segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Ás vezes sinto que vou explodir.
Então respiro fundo e percebo que todo hora explodimos...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Não somos bipolares, somos jovens.


A arte serve pra gente poder respirar amor. Não amor de um homem com uma mulher ou de uma mãe com seu filho, o amor puro, sem contexto, sem rótulo, o amor de dentro. Quando podemos transfomar sonhos em parte de nossa relidade e ver no céu nenhum limite, nos pequenos momentos o sentido inteiro da vida. só assim abraços não são mais abraços, são verdades e uma caminhada é todo o percurso. temos fome e tudo preenche e forma poesia, queremos mais, queremos sentir, tocar, gritar, viver. As cores são espelhos e nelas experimentamos nós mesmos e depois de tudo isso descobrimos que a dor não é antítese de alegria, é sua base, sua composição mais pura, tudo faz parte e tem sua beleza exclusiva.
Não somos crianças, somos adultos.
Não somos bipolares, somos jovens.
Não somos crescidos, somos experimentos.
E não somos velhos, somos sábios.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Tic.







Tic.














Tic.






eu sou.


Eu sou minhas alegrias, minhas tristezas, minhas raivas.... angustias, frustrações.

Eu sou meus sonhos, minhas conquistas, meus ideais, meus medos.

Eu sou o que vejo, o que como, as experiências, superações.

Eu sou meus amores, minha família, meus amigos.

EU SOU MINHA INCONSTÂNCIA!!!!

Eu sou dor e felicidade, dor e felicidade, dor e felicidade, FELICIDADE. [ufa.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Deixei de te amar. - ficção

Você me pergunta que horas são. Mas me pergunta me olhando de um jeito tão penetrante que não sei responder. Às vezes te amo, ás vezes te acho uma puta.
Estou atrasada. Bebo o último gole de café e vou trabalhar. Mas estou cansada de interpretar esse roteiro péssimo. Me esgotou esse comercial. Me esgotou minha profissão. E tenho certeza que nesse exacto momento você me trai. Não sei porque, mas tenho certeza. Aí lembro da minha infância quando eu era só inocente e acreditava em tudo que me falavam (e realmente ainda não acredito?). Quando a felicidade não era um objetivo, mas uma vivência. E tenho mais raiva ainda do que faz comigo. Odeio melodramas não quero parecer tão frágil, mas que porra está acontecendo?
Vou te matar. Arrumar um revólver e PA! Sem pensar duas vezes.
Mas você vai ter que estar dormindo porque aquele olhar... Vagabunda! Meu namorado é um macho mas me sinto melhor quando o trato como uma dama arrombada. Me sinto mais mulher que ele e não hesito em o culpar por minhas frustrações.
Eu transo bem. Não transo? Então porque você urra de prazer toda vez fazemos? É , talvez seja isso: você ainda me quer só pelo sexo. Mas eu sou uma boa companhia! Quase não demonstro ciúmes, te deixo livre sem realizar perguntas, faço seu almoço, lavo suas cuecas, invisto em carinhos e presentes... presentes! E sexo. É isso. É isso que ainda te conecta a mim.
Eu sei que não é sincero seu amo porque já escutei você com outra. Voltei mais cedo para casa e já na porta ouvi gemidos. Não entrei, fui da uma volta e te comprei um presente: uma garrafa de tequila, o líquido que você mais idolatra. Depois achei uma marca de batom vermelho nos nosso lençóis. E eu não tenho batons dessa cor, odeio vermelho. Só uso rosa. Ah e tem mais! Outro dia te liguei e você atendeu bufando. "Corri para atender o telefone eu tinha ido comprar cigarros". Mentira. Você odeia correr para qualquer coisa. E aquele loira que ligou em casa? Não me perguntem como sei que era loira. Mas era.
E por que eu não fiz nada? Por que ignorei isso tanto tempo? Não sei. Talvez covardia, talvez preguiça, talvez medo. Tenho medo de perder seu olhar. É uma das únicas coisas que ainda amo em você. E o jeito como fuma. E seu cabelo bagunçado quando acorda de manhã. A voz rouca... E só. Não amo mais nada. E de hoje não passa.
Atiro o detergente do comercial no chão, pego minha bolsa e corro para casa. Porque eu sim, adoro correr. No caminho vou procurando a ácido sulfúrico guardado em minha bolsa para minha ocasião especial. Eu sabia que ia usa-lo e não foi precipitado pegar um pouco com minha amiga da industria química. Chego em casa e paro dois segundos na frente da porta. Os gemidos são os mesmos da semana passado e a loira ligou ontem. Então coloro meus lábios com o meu batom rosado. Entro sem receios e lá estão os dois com cara de bobos. Como se eu já não soubesse. E fim.
Fazia tanto tempo que eu não tomava um café nessa padaria chique da esquina! Acho que vou passar meu resto de tarde aqui, comendo esse muffin.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Amando estupidamente.

Os pscicólogos diriam (e meus amigos dizem) para eu ir com cautela. Que o amor é complicado e possui caminhos incertos da qual eu não posso prever. E que as pessoas mudam e as escolhas se diferem. 
Mas eu não te diria o mesmo. Te digo ao contrário: ame intensamente. E se for para errar e sofrer, não tenhas medo: o faça mesmo de olhos vendados. Porque se você achar seu grande amor e estiver parcialmente fechado, não irá colher dele todos seus preciosos frutos. E, se não tentar e se arriscar, não irá viver, apenas ensaiar. E do que vale a vida apenas no ensaio?

Mas também nada adianta fingir. Só ame se for certeza e para ter certeza a fórmula esta em observar cada gesto e momento, você mesmo lhe dirá o que sentes. Irá saber se estiver amando. Um amor fingido é pior ainda do que um amor oculto, sei disso porque já achei que amei, já observei amores não sendo revelados e hoje vivo meu grande amor. E se amar assim é ser estúpido, que me rotulem assim, então amo ele estupidamente. Mas é tão magnífico e me faz tão bem que nada me importa. Apenas a certeza de que é verdadeiro e se para continuar a sentir isso me chamarem de retardada, vão em frente! Quem se importa? Quem de verdade está sofrendo de uma oculta estúpida inveja? Serei mais ridícula se me privar do que sinto. Por em pleno pulmões posso gritar "eu te amo". E sem receios.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Faça amor, não faça transito.

   Ontem no transito, dentro do onibus, um pensamento único surge observando a janela:
   -Mas que porra é essa?
   O palavreado sujo, tão sujo quanto o transito que rouba minha essencia e joga fora minha harmonia.
Com minha paciencia quadrada saio de dentro daquele local apertado e caminho depressa um percurso longo e louco, quase interminavel.
   Qual o problema dessa gente? Dessa cidade, dessas buzinas? Tento respirar, respiro raiva. São as pessoas, elas expiram a negatividade inapropriada das 6h da tarde. Deviam existir rodizio de pessoas.
   Quando for o seu rodizio, não saia de casa. Não va ao trabalho. Não faça nada: assista um filme em casa, coma algo delicioso, tome um banho de banheira e durma bastante. 
   Relaxe. 
   Faça amor, não faça transito.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Não me responda.

   Hoje faz frio e alguns pensamentos surgem. Por exemplo que minha aula de teoria parece mais filosofia e que isso faz com que minha saudades por meu homem aumente pelo menos o dobro do que, mesmo com poucos dias de ausência, já me causavam dor. 
  
 Dias agitados e diferentes
 mas o ar esta puro e é o que importa [acredita minha mente]
   Não tenho muito a dizer, mas o corpo se contorce  na ideia de demorar tanto para juntar o útil ao agradável, palavras que só eu entendo devido a falta de mais explicações.
   Sim, vou terminar deixando-os na dúvida do que pra mim significa o útil e onde se encaixa o agradável. Não é tão difícil.  

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O começo.

   E aqui começo as infinitas palavras e frases vomitadas de qualquer forma nesse mundo surreal de meus pensamentos: não acredite em tudo que le, mas é a verdade. Um diário não secreto para cultivar as loucuras e satisfazer a vontade do desabafo (doído ou excitante).
   Soprem as velas, comecei.